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16/02 - 23:02:00 |
De: Karina
Para: Irineu
Cidade/Estado: Araras/SP
Obrigada em postar meus poemas! Luz!
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16/02 - 23:01:00 |
De: Dra Karina Mami Sekimoto
Para: Irineu
Cidade/Estado: Araras/SP
Foi com enorme prazer criar um psicodrama e dança ao som da guitarra de composição própria do músico ararense André Verona (guitarrista da Missão L.O.R.D.) baseado nas suas seguintes obras: Órbitas Paralelas 1 e 2, No Inferno com Dante e Orquídea Preta. Uma performance que gerou o nome do grupo de IntegrAÇÃO, com a obra SerMente, que estreiou no 1º Sarau Pontoação em Araras/SP na Rodoviária de Araras, criado por vc., grande poeta, Irineu Curtulo. Avante e PONTOAÇÃO sempre!
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29/08 - 11:06:00 |
De: Frank
Para: Irineu
Cidade/Estado: Araras/SP
Sem a sabedoria o homem não sobrevive. Pois dela sai a inspiração
para se viver. Parabéns pelo site.
Abraços. Sucesso!!!!!!!
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11/08 - 01:13:00 |
De: Dra Karina Mami Sekimoto
Para: Irineu
Cidade/Estado: Araras/SP
Não há nada mais confortante em saber que o conhecimento adquirido, agente não perde jamais. E ainda temos o luxo de dividir com terceiros sem nunca ficar no negativo. Leitura não custa nada? Custa, sim, meu poeta: A minha profunda gratidão em você existir. Sucesso, paz e sapiência agora e sempre, ESCRITOR!
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03/08 - 07:18:00 |
De: Irineu Curtulo para Ada Gama
Para: Irineu
Cidade/Estado: Araras/SP
Ada Gama - O BANHO°°°
Mijada°°°
O lago se apresentava límpido
Não era turvo, e nem sinal de algas
Ao seu redor, um paredão de porcelana alva
Protegia-o contra calamidades.
Pouco a pouco, tempestades inesperadas
Lançadas vorazmente e sem rumo certo
Porém, com destino traçado
Jorrou-lhe abruptamente
E, cessou…
E o lago que era límpido, incolor e sem algas
Fora tomado, não só pela sujeira
Mas também pelo amarelo da tempestade
E por todos os animais que com elas vieram.
O paredão de porcelana alva
Agora, continha manchas
Que transgrediam o seu feitiço.
Como por encanto, e num só canto, uníssono
Veio o frescor da natureza
E desprendeu dos seus enormes paredões
Uma enxurrada de água límpida
Furiosa e determinada.
Lavou o paredão que era alvo
Tornou-se manchado, e agora retornou a alvura
Fez sumir o doentio amarelo do lago
Que era límpido, e se tornou amarelo
E agora, tornou a ser límpido.
Agora, resta saber:
O que se fará pela planície
Que circunda a montanha de porcelana alva?
Sobraram pingos!!!…
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02/08 - 18:56:00 |
De: Ada Gama
Para: Irineu
Cidade/Estado: Rio de Janeiro
O BANHO°°°
Ainda saboreava
O gosto acre rascante
Grudado à glote e às gengivas
Quando, após perder o chão sob os pés,
pisou os ladrilhos gélidos
do banheiro
A imagem perpassou o espelho
Em cima da pia, o maço de cigarros,
o celular - em meio aos vidros de perfume - e a lâmina de barbear;
tudo empesteado com o cheiro do pai.
Coisas que tornariam-se reminiscências...
Dentro do box, avidamente, deslizou as portas de blindex,
Criando para si, uma clausura,
Um esconderijo,
uma pequena fortaleza
de paredes vítreas e cristalinas.
Demorou-se para girar a torneira.
E levantou a cabeça, lançando o olhar pro chuveiro
Não queria saber de surpresas...
Viu a gota primeira ameaçar
Destacando-se do montante de gotículas
Que disputavam entre si.
Certeira, cravou-lhe o olho.
Sob o chuveiro
Pensamentos indesejáveis invadiam
A mente incansável, autoflageladora.
Evocou os números
E pôs-se a contar
Não porque doía-lhe a censura
(Onde estavam seus sentimentos?)
Mas, para espantar as imagens que se ofereciam - o ato antes do banho - cuja alma exaurira
Imagens incômodas, emaranhadas,
tortuosas, não.
Nada sentia (onde estavam seus sentimentos?)
Desejava uma mente limpa
como a água que saía do chuveiro
E descia pro ralo
Levando embora a sujeira.
Quanto tempo mais, permaneceria ali,
indiferente à vulnerabilidade da nuca, entregue ao jorro d'água?
Os sentimentos anestesiados opunham-se ao frenesi sensorial
Todos os poros dilatados
Os pêlos se arrepiavam
no roçar do sabonete.
Nada fazia sentido
O tempo corria numa velocidade diferente
Não se reconhecia
Prisioneira dum corpo
de formas perfeitas
A água que o ralo sorvia
Era rósea, quase vermelha.
Veio a vertigem
E junto a memória
Concedera a boca
Para um último capricho
Engolindo o que as deusas do Olimpo
apelidaram de néctar dos deuses
Fora mais fácil que pensara!
Enquanto o bebia,
durante o gozo cegante,
levantou o travesseiro
que escondia a paciente adaga
Dos dois objetos fálicos apoderou-se, então:
o quente, ainda pulsante, na boca
E o frígido, que encorajava direto na traqueia - ágil, seco e degolante - golpe da mão.
Pôde gozar em vermelho-vivo viscoso
a espera dos anos
Consumara-se o momento da vingança
pelos abusos a fio.
Era a primeira vez que gozava.
No banho
não se reconhecia
Os pés cambaleantes sobre a água rósea,
escorrida do corpo dela,
não eram seus
Nem as imagens turvas
que tentavam sobrepor-se
aos números evocados por ela
Nem o tempo pertencia
à epoca nenhuma
Perdera a contagem...
Inspirava fundo
Pois o ar lhe escapava
E a vertigem
até os tímpanos invadia
abafando-os completamente.
Um único pensamento
brotou claro, coerente
E a fez sentir bem.
O mesmo que a perseguira na infância - quando sufocava por entre as lágrimas -
espremidas pelo peso da barriga do pai:
"Sou uma menina muito má, má, má..."
(...)
Nada de mea culpa
Sentiu-se bem°°°
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02/08 - 15:02:00 |
De: Irineu Curtulo
Para: Irineu
Cidade/Estado: Araras/SP
Paulo Felisberto - A liberdade é sua, amigo!ººº Eis a dinâmica da vida, eis a estática da vida, eis o sim, eis o não, eis até mesmo o talvez, eis°°°
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02/08 - 13:52:00 |
De:
Para: Irineu
Cidade/Estado:
É um teste, somente um teste °°°
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02/08 - 13:48:00 |
De: Paulo
Para: Irineu
Cidade/Estado: Araras/SP
Sinta raiva de seu casulo, devore-o ferozmente, encha sua pança até estourar de frustração, então vomite, ou não, prefira estourar, rasgar toda a carne dolorida. Durma pesadamente depois de tanto se fartar e tenha sonhos ou pesadelos sem saber se dorme e se desperta, se quer mais sonho ou se quer mais nada. Faça sabendo ou desconhecendo ou com emoção ou com razão. A liberdade é sua, amigo!ººº
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02/08 - 12:21:00 |
De: André França
Para:
Cidade/Estado: Araras/SP
Parabens pelo site, sucesso meu amigo.
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